27 de jun de 2012

Capítulo 4







                                                                  Demi On 

Desconfiança? Não. Afinal de contas, conhecia tudo que deveria saber sobre Demi. Mas curiosidade? Talvez, sim.

— Breve — respondeu ele. — Quanto antes, melhor. Meu pai não está bem. De fato, está muito frágil, e deseja ver o filho de Nicholas .

— Há coisas que eu preciso fazer — começou Demi.

— Tais como?

— Preciso notificar a creche de Dan e o proprietário do apartamento que alugo. E tenho de checar se Dan precisa de algumas injeções especiais para viajar para a Sicília.

— Ele não precisa. E quanto à creche e seu apartamento, pode deixar por minha conta. Você e o bebê precisam, na verdade, de roupas adequadas para um clima quente. E temporada de verão na Sicília agora.
Roupas novas? Como ela teria condições de comprar? Humildemente, como se adivinhasse seus pensamentos, Joe acrescentou, polidamente:

— Naturalmente, cobrirei os custos de tudo que for necessário.

— Não vou deixar você comprar roupas para nós.

— Não? Então terei de telefonar para uma das minhas cunhadas e pedir-lhe que providencie um guarda-roupa adequado para ambos. As duas são inglesas, e eu espero que você descubra muitas coisas em comum com elas. Meu irmão caçula, Zachary , e sua esposa já têm um filho adotivo... um menino da mesma idade de Dan.

Os irmãos dele tinham esposas inglesas? Ela teria outra companhia feminina? Um pouco da ansiedade de Demi se desfez, mas voltou quando imaginou como as esposas dos irmãos dele reagiriam à sua presença.

— Você todos moram juntos? — perguntou, relutante. Demi tinha uma leve idéia de uma vida familiar italiana... mas não de uma família siciliana aristocrática.

— Sim e não. Zac tem sua própria casa na ilha, enquanto Kevin  e eu temos nossos próprios apartamentos dentro do castelo Jonas , onde meu pai também vive. Você terá uma suíte pronta para ocupar quando chegar.

— Minha e de Dan? — indagou Demi.

— Claro. O lugar dele é com você. Já lhe disse isso. — Joe olhou seu relógio de pulso: — Nos encontraremos amanhã a fim de fazer as compras necessárias. Poderei apanhá-los no seu apartamento, e então, com alguma sorte, estaremos prontos para partir para Sicília à noite. Pedirei a Kevin  para providenciar um jato particular para nós. Quanto a toda a papelada referente à sua vida aqui, como falei, poderá deixar tudo por minha conta.

— E você não dirá a Liam que me encontrou?

Ela não pretendia perguntar e certamente não pretendia parecer tão patética em sua necessidade de afirmação, mas era tarde demais querer justificar o que não deveria ter falado. Joe a estava estudando, como se procurasse em seu rosto a confirmação de alguma coisa? Do quê? De seu medo de Liam?

— Não, não direi nada a ele — confirmou Joe. Ela estava com medo do meio-irmão. Ele já imaginara isso, mas a reação de Demi agora confirmava sua suspeita. Mas por quê?

— Se ele me encontrar, tentará persuadir-me a colocar Daniel para adoção.

— Não contarei nada. Fique tranqüila.

Já estava amanhecendo quando Demi acordou de repente de um sono maldormido, seu coração batendo descompassado e seus sentidos em alerta. Do lado de fora, na rua londrina, pôde ouvir uma motocicleta, trazendo alívio para seus nervos tensos.

Ela olhou para o berço onde Daniel dormia e rezou para que tivesse feito a coisa certa em concordar com a ida deles para a Sicília... que não tivesse trocado uma forma de prisão por outra. Contanto que Daniel estivesse seguro, era tudo que importava.

Nada mais. Nada.
         
Fiel à sua palavra, Joseph Jonas  chegara ao apartamento bem cedo pela manhã, para pegar Demi e Dan, num carro alugado. Ele os levou para Harvey Nichols, onde tinham gastado mais de uma hora e mais dinheiro do que Demi gostaria com roupas para Dan, e uma grande quantidade de itens para bebês para sua nova vida na Sicília.

Agora, examinando as diversas peças de vestuário, Demi sentia-se desconfortável. Tinha gostado tanto de escolher tudo para seu filho!

— Perdoe-me — desculpou-se para Joe —, escolhi coisas demais e é tudo tão caro! Talvez devêssemos repensar?

— Sei exatamente o que é e o que não é caro... e não temos tempo para arrependimentos. Você ainda precisa comprar seu próprio guarda-roupa... embora eu imagine que prefira fazer isso sem minha presença.
Ele puxou o punho do paletó... o que era um hábito, notara Demi. Num terno diferente naquela manhã, divinamente bronzeado, numa aparência muito casual, fazia com que todas as cabeças das bonitas vendedoras se virassem para olhá-lo.

— Agendei uma vendedora pessoal para você, portanto, vou deixá-la com ela e voltarei dentro de uma hora.                                                  

Demi assentiu, gostando da idéia. Ficaria mais à vontade para escolher roupas sem Joe observando-a.

Quando garotinha, costumava adorar roupas bonitas e ir às compras com a mãe, somente elas duas, mas tudo aquilo havia mudado depois que a mãe se casara novamente. Liam reclamara que ela não estava dando à nova família uma chance de funcionar quando Demi dissera à mãe que não gostava de fazer compras com seu padrasto e com Liam a tiracolo.

Liam sempre tivera o talento de saber quando ela reclamava dele para a mãe... e a capacidade de fazê-la arrepender-se disso.

A vendedora pessoal foi uma revelação para alguém que não podia sequer lembrar-se da última vez que comprara roupas para si mesma.

Para seu alívio, Dan, que ficara excitado entre todos os brinquedos no departamento infantil, tinha dormido no carrinho.

A vendedora era aproximadamente da mesma idade de Demi, embora estivesse usando roupas muito mais sofisticadas e ousadas.

— Eu tirarei suas medidas, primeiramente — anunciou, após apresentar-se como Miley.

— Sempre fui tamanho 42 — disse Demi.


— Designers diferentes têm idéias diferentes do que é um tamanho específico, razão pela qual prefiro tomar medidas — informou-lhe Miley com um sorriso. — E quanto a você ser tamanho 42, aposto que está mais perto do 38, ou 40, no máximo. O corpo da maioria das mulheres muda de peso e de forma após um parto. Você tem algum designer ou estilo específico em mente?

— Não. Isto é, vamos morar na Sicília, então quero roupas adequadas para clima quente... mas nada muito caro, por favor. Prefiro coisas simples.

— Roupa para dia e para a noite? Você terá entretenimentos? Que espécie de vida social...

— Oh, não... nada disso — interrompeu Demi rapidamente. — Passarei todo o meu tempo com meu filho. Somente coisas simples e casuais. — Era difícil parecer tão firme, enquanto Miley  lhe tirava as medidas com fita métrica.

— Exatamente como pensei — declarou a outra mulher, alegremente, quando acabou de medir. — Você é tamanho 38. Agora, se gosta, sirva-se de uma xícara de café. — Ela fez um gesto em direção à máquina de café sobre a mesa. — Depois, tire a roupa e ponha um roupão. Irei buscar algumas roupas. Não vou demorar.

Miley  voltou logo em seguida, acompanhada de duas outras jovens e uma grande quantidade de roupas.

Duas horas depois, Demi sentia-se como uma criança irritada, humilhantemente perto das lágrimas.

Estava de volta em sua saia de brim abaixo dos joelhos, sob a qual sua meia-calça barata brilhava nas luzes do ambiente.

A saia era usada com uma blusa de algodão de mangas curtas que havia comprado nos últimos estágios da gravidez, que cobria desde o pescoço até os quadris. Sentia-se quente e desconfortável, e ansiava por fugir da loja e da evidente irritação de Miley , que já tinha perdido a paciência.

— Mil perdões — desculpou-se Demi pela centésima vez —, mas não posso usar nenhuma dessas roupas.
Sua atenção deslocara-se de Miley , porque Joe acabara de entrar na loja.

— Tudo pronto? — perguntou ele. Demi precisava dizer algo.

— Bem, não realmente... — começou ela, fazendo Joe cerrar o cenho.

— Por que não? — ele perguntou.

— Parece que tudo é muito ousado — respondeu Miley por Demi, querendo disfarçar sua irritação.
Demi não podia culpá-la. As roupas que Miley lhe mostrara eram bonitas... roupas de verão, com minúsculas tiras e saias diáfanas, bermudas tipo Capri bem cortadas, blusas de alças, vestidos com decote em "V" sem mangas... roupas apropriadas para um local quente. Roupas que chamariam a atenção dos olhos masculinos. Uma coleção enorme de maios e biquínis, saídas de banho, sandálias com e sem salto, roupas de algodão tão finas que eram transparentes... tudo que qualquer mulher pudesse precisar para uma longa permanência num clima quente. Mas Demi havia rejeitado absolutamente tudo.

                 
                                                          Joe On 


— Ousadas demais? — Joe estudou a pilha de roupa para a qual a vendedora estava agora gesticulando com a mão. Ele era italiano e arquiteto, por treino e desejo. Boas linhas eram importantes e não podia ver nada nas roupas que estavam expostas que merecessem a descrição de "ousadas demais".
Voltou o olhar para Demi, examinou-lhe a aparência na blusa ultra larga e na saia de brim e arqueou a sobrancelha, ao perceber que ela estava usando uma grosseira meia-calça.

— A temperatura pode subir acima de 40 graus na Sicília no verão. Você precisará de trajes leves e soltos. Será impossível continuar usando essa espécie de roupa que usa agora. — Ele voltou-se para a vendedora e disse-lhe com firmeza: — Levaremos tudo.

                                                             Demi On 

Tudo? Tudo aquilo? Ele só poderia estar brincando. Mas não estava.

Era assim que as coisas seriam de agora em diante?

Joe iria sempre lhe dizer o que ela podia e não podia fazer? Automaticamente, Demi empertigou-se, determinada a não permitir que aquilo acontecesse.

— Temos de nos mexer. Meu irmão arranjou um jato de sua frota para nos levar para a Sicília dentro de quatro horas, portanto, sugiro que voltemos agora para seu apartamento. Falei com o senhor, a propósito, e cancelei seu contrato.

— Cancelou-o? Mas e se eu mudar de idéia e quiser trazer Dan de volta?

— De volta para o quê? Seu meio-irmão ligou para meu escritório esta manhã e deixou uma mensagem, perguntando se eu tinha conseguido localizá-la.

Joe falara aquilo deliberadamente, para que ela desistisse de vez em pensar em voltar? Estaria querendo manipulá-la? Demi teria cometido um grande erro?

Como seu humor agora contrastava com a gratidão que sentira por ele na noite anterior. Por que era tão boba? Sua mãe, freqüentemente, dizia que Demi julgava mal o caráter das pessoas. Dissera aquilo quando

Demi havia se encantado por um rapaz da universidade que a convidara para sair, e também sobre Selena , uma colega que sua mãe alegava ser má influência para ela.

E, obviamente, Demi julgara mal a extensão da malícia de Nicholas , e sofrerá as conseqüências.

Já havia cometido erros demais, e não iria deixar que Joseph Jonas  a levasse a cometer mais um.

Levantou o queixo e desafiou-o:

— O que você dirá a ele?

— Nada. Ele é seu meio-irmão, portanto cabe a você decidir se quer ou não que ele saiba.

A resposta irritou-a e a fez sentir-se tola.

— Eu a deixarei no seu apartamento, de modo que possa fazer as malas com tudo que quiser. Não se incomode em levar qualquer coisa referente ao bebê. Telefonei para Zac e pedi que a esposa dele providenciasse o necessário. Você precisará de seu passaporte, é claro. Não espero que tenha um para Oliver, portanto consegui, na Embaixada britânica, que obtivessem um com urgência. Uma fotografia será necessária, então teremos de tirá-la agora, antes que eu a deixe no apartamento.


Joe tinha pensado em tudo, admitiu Demi, exausta, mais tarde, quando a limusine parou na pista, apenas a alguns metros do reluzente jato que os aguardava.

A última vez que Demi voara havia sido quando fora para Cannes com Kate e Tom, como pesquisadora, para Tom, Ele tinha comparecido a uma mostra de um filme baseado em um de seus livros e usado a viagem como fonte de informações para seu novo livro. Essa era a razão pela qual ela estivera em Nikki Beach... porque Tom sentira que ela poderia obter uma nova visão da cena a partir da perspectiva feminina.

Demi havia tentado protestar que não era aquele tipo de pesquisadora e que preferia trabalhar entre os livros da Biblioteca Britânica, mas Tom se recusara a ouvi-la.

Tom ficara arrasado com o que tinha acontecido a ela, culpando-se, até que Demi lhe implorara para não fazer aquilo.

Tanto ele como Kate sentiam que era melhor que Demi não tivesse recordações do ocorrido depois de ingerir a bebida com droga, até que recuperara a consciência e Kate a encontrara, mas Liam não compartilhava a mesma opinião. Pressionara-a diversas vezes, insistindo que ela precisava lembrar-se de alguma coisa.

Ele nunca conhecera ninguém cujos olhos fossem tão extraordinariamente expressivos, Joe reconheceu.

Podia ver claramente a dor e o medo escurecendo-os e imaginou quem e o que haviam provocado aquilo.

— Deixe-me levar Daniel por você — ele ofereceu, estendendo a mão para o bebê agora acordado quando o chofer abriu a porta do carro.

Imediatamente Demi recuou, segurando o bebê fortemente.

— Posso me arranjar, obrigada.

Ela protegia muito o filho, admitiu Joe, e disse-lhe secamente:

— Sou tio dele.

— E eu sou a mãe — retrucou Demi, na defensiva.

— Você verá que nas famílias italianas é esperado que os bebês sejam passados de mão em mão entre os parentes, de modo que todos na família possam compartilhar a alegria de tê-los — ele informou a Demi.

Tolamente, aquelas palavras levaram lágrimas aos olhos de Demi. Não havia nada mais que quisesse para

Dan do que uma família grande e amorosa, que o recebesse em seus corações, que o aceitasse e amasse. E que fizessem o mesmo com ela?

O motorista ajudou-a a descer do carro e um comissário de bordo uniformizado veio do avião para cumprimentá-los, seguido pelo piloto. Nenhum dos dois parecia curioso sobre ela. Muito bem treinados, concluiu Demi. Eram, provavelmente, usados nas viagens privadas de Joe Jonas  acompanhado por uma mulher. Mas não uma mulher como ela, claro. As mulheres de Joe deviam ser elegantes e seguras de si.

Usariam roupas de alta moda, que exibissem a sensualidade de seus corpos. Definitivamente, não vestidas como Demi, nem segurando o filho de seu desditoso falecido meio-irmão.

Por que estava se comparando a elas? O tipo de mulher que Joe namorava e Demetria Lovato  eram mundos distintos. De repente, sem saber por quê, ela sentiu uma intensa tristeza, por tudo que tinha perdido, tudo que lhe fora negado. Haveria uma mulher na vida dele? Uma mulher especial? Uma mulher que Joe planejava que fosse a mãe de seus filhos? A tristeza se intensificou.

Qual era o problema com ela? Possuía tudo que queria. Era para o bem de Dan, não para si própria, que vivia. Porque ele jamais saberia o que era ser filho de duas pessoas que o haviam criado fora do amor. Demi sabia o que era crescer sem um pai e detestava pensar que Dan sofreria aquela mesma perda.

— Deixe-me pegá-lo agora. — Joe estendeu a mão para Daniel, pegando-o antes que ela o impedisse, e não lhe deixando outra opção senão permitir que o comissário de bordo a guiasse para os degraus do avião.

Demi tentou não ficar impressionada, mas não era fácil. Nunca imaginara que o interior de um avião pudesse ser daquele jeito... mobiliado, mais como uma sala de estar do que como os interiores de avião que lhe eram familiares.

Joe a seguira para dentro do avião e estava apontando o berço que fora preparado para Daniel.

O bebê estava inteiramente acordado agora, olhando em volta com expressão encantada.

Ele era o bebê mais lindo do mundo, pensou Demi numa onda de amor. Ela o vestira com uma de suas novas roupas, e ele parecia saber que estava adorável. Demi, por outro lado, vestia sua blusa feia e sua saia de brim... embora tivesse colocado sua capa de chuva, também, mesmo que o entardecer estivesse calmo e seco.

Oh, sim, sua nova família amaria Daniel, ela concluiu, depois que o comissário de bordo mostrou-lhe como apertar o cinto de seu assento e o avião começou a decolar.

Eles o amariam, mas como se sentiriam em relação a ela? O quanto sabiam sobre ela?


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Oi Lindas , tudo bem ??
Então olha que legal , vocês comentaram o numero que eu pedi então tem capítulo hoje
Eu ia postar ontem , mais meu not ta ficando maluco , peguei a zica da Lais  , então to postando pelo pc do meu irmão
Hoje eu tenho uma festinha pra ir as 19:00 , já deixei o capitulo pronto se vocês comentarem posto hoje de novo
Ah outra coisa , eu vou ter que diminuir o tamanho dos capítulos, por que se não essa fic vai acabar muito rápido levando em consideração que eu quero fazer a maratona então vou ter que diminuir um pouco o ritmo das coisas ok ?


5 comentários para o próximo capitulo


RESPOSTA DOS COMENTÁRIOS


Sammy' : Primeira \o/ kkk , serio obrigado , vocês não sabem como os comentarias de vocês são um isentivo maravilhoso , valeu , de nada , e imagina , Amo seu blog e quero que a Demi e o Joe juntos de novo : )

Flavinha do Blog  : Obrigado , A Mini - Fic ainda vai demorar um pouco pretendo postar lá pro meio da fic , agora a maratona , bom digamos que vai ser quando as coisas esquentarem mais um pouco kkk

Lala  : Sem problemas La , Te entendo , Tia chata modo #On kkkk

Mariana Miranda  : Postado : D

iza : Postado , Obrigada mesmo *-* , Infelizmente vocês vão ter que esperar um pouco , Thanks

Juh Lovato : Obrigado = D , postado , Claro que sim

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Divulgação : A Garota Americana



6 comentários:

  1. Eu estou muito confusa com tudo isso.
    Estou hiper curiosa.

    Posta logo! ;*

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  2. Lindooo! posta logo! kkk li na aula e dexei pra comentar agr!" bjim

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  3. Ahhhh ! Lindoo , espero q jemi não demore muito pra rolar =D adorei ...

    Posta logo ! 'haha

    Obrigado pela divulgação =))

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  4. Amei o capítulo!
    Estou muito ansiosa pra saber como vai ser a histórias daqui pra frente!
    Eu já tenho uma ideia 66'
    Espero que eles recebam bem a Demi e que gostem dela *-------*
    Posta logo!
    E desculpa comentar tão tarde. Minha Internet não tem colaborado --'
    Beijos*

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  5. Se quiser pode participar dos jogos novamente e se quiser tambem, pode participar do Debate Part Of Me. õ/

    Mirela Camberttini.
    Beijo :*

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  6. lindo amei o capitulo posta logo

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