17 de ago de 2012

Capítulo 8 + Explicações





Joe reagiu imediatamente, perguntando:

— Você está bem? O café a queimou?

Demi podia ver Joe indo na sua direção. Mais um minuto e ele a estaria tocando, e ela não podia suportar aquilo, agora.

— Não. — Ela pronunciou a palavra como uma criança assustada.

— Está bem, Demi — murmurou Joe, calmamente. — Não a tocarei ou chegarei perto de você, prometo. Mas preciso saber se você se queimou.

— Não. Estou bem.

— Ótimo. Agora, podemos sentar e conversar?

Falar sobre o que ela acabara de dizer... o que acabara de admitir, pensou ela. Demi estava começando a sentir-se levemente enjoada e com uma forte dor de cabeça.

Ela tentou, mas não pôde evitar olhar ansiosamente sobre o ombro, na direção das portas que davam para o terraço.

Outra vez Joe percebeu que podia interpretar os pensamentos de Demi tão claramente como se tivessem sido revelados.

— Liam não pode ferir você aqui, Demi. Ele não mais a ferirá. Porque eu não deixarei.

A boca de Demi tremeu quando ela sentou e disse, numa voz mecânica:

— Ele lhe dirá que sou mentirosa e que tudo que quer é me proteger. Dirá que fiz amizade com pessoas erradas.

O passado estava ameaçando a voltar à mente de Demi. Heroicamente, ela afastou os pensamentos. Não era mais criança ou adolescente. Era uma adulta, agora.

Joe a estava observando, esperando uma explicação mais detalhada.

Não fazia sentido fingir para ele que não tinha nada a explicar. Não agora, depois que já se traíra.

— Sei o que você está pensando. Mas não é dessa maneira. Nunca houve nada sexual no modo como Liam falava comigo ou se comportava em relação a mim. É apenas que ele era... bem, chamava aquilo de ser protetor, mas para mim era como se eu estivesse sendo sufocada. Na opinião de minha mãe, Liam nunca fazia nada errado, e ela não conseguia compreender. Achava que eu estava sendo difícil e irracional em relação a ele. Eu tinha acabado de começar o ensino médio e fazer amigas, mas Liam insistia em encontrar-me na escola. Eu tinha uma amiga íntima, mas ele não gostava dela. Houve quase um acidente. Ela estava de bicicleta e ele dando ré no carro. Tentei contar a minha mãe como eu me sentia, mas ela gostava de Liam. Dizia que eu estava sendo difícil.

Alguma coisa no silêncio atento de Joe a fez encará-lo. O ódio intenso que ela podia ver nos olhos dele a intrigou.

— Você pensa o mesmo que minha mãe. Posso ver isso em sua expressão — disse ela.

— Minha expressão, como você diz, é para sua mãe. Seu meio-irmão pode não tê-la tocado sexualmente, mas seu comportamento em relação a você era abusivo.

Joe acreditava nela. Ele entendia. Estava do seu lado.

Uma onda enorme de alívio e gratidão a envolveu. Você pode confiar em Joe, Vanessa tinha dito, e agora Demi sabia ser verdade. Podia confiar nele. Pela primeira vez na vida havia alguém preparado para ouvi-la e acreditar nela.

— Não deve ter sido fácil para minha mãe. Ela era grata a Liam por aceitar-nos na vida do pai dele, suponho. Ele, freqüentemente, costumava dizer que seu pai nunca teria se casado com minha mãe se ela não o quisesse também. Minha mãe era a espécie de mulher que precisa de alguém em quem se apoiar. Ficou muito zangada com meu pai por morrer e, algumas vezes, sentia que ela desejava que eu não existisse... que seria muito mais fácil casar novamente se não tivesse uma filha.

Bem no íntimo, Joe estava consciente da mais extraordinária sensação de adequação entre eles. Não gostava de falar sobre sua própria infância e raramente fazia isso, mas agora, com Demi, inexplicavelmente, isso parecia natural. Porque queria ajudá-la... não porque precisasse compartilhar sua própria dor.

— É difícil para uma criança entender o fato de que a pessoa que deveria amá-la mais do que todos não a ama. Na vida adulta, isso dificulta que ela reconheça e aceite o amor.

— Meus dois irmãos tiveram sorte quanto a isso, encontrando mulheres que estão preparadas para ajudá-los a reconhecer o que é o amor.

— Acho que ambos também tiveram sorte em ter você para amá-los e protegê-los.

Era uma nova experiência para Demi ser capaz de falar honestamente sobre o que pensava e sentia... uma liberdade depois de anos de cautela com as palavras.

— Seu meio-irmão a tratava muito mal — foi tudo que ele pôde dizer.

— Provavelmente, não era culpa apenas de Liam — Demi sentiu-se impelida a dizer. — Eu, provavelmente, era difícil. Algumas vezes, os adolescentes são. Mas... quando ele começava a me criticar, dizendo o que eu deveria ou não fazer, avisando-me sobre as conseqüências de meu comportamento, comecei a sentir medo.

O que era exatamente o que Liam queria?, Joe se questionou.

Quanto mais ele sabia sobre o meio-irmão de Demi, mais o desprezava... e mais impelido se sentia para libertar Demi da prisão na qual Liam a colocara.

— Era a maneira como ele manipulava a verdade para fazer parecer como se eu fosse a culpada e para amedrontar-me. Algumas vezes, até imaginei se poderia ter feito as coisas das quais Liam me acusava.

— Ele estava tentando destruir seu direito de fazer suas próprias escolhas morais e julgamentos.
Com todas aquelas palavras, Joe estava lhe tirando o terrível peso que vinha carregando, pensou Demi.

— Liam disse à minha mãe que eu havia arranjado péssimas companhias na escola... somente porque me via dando risadinhas com outras garotas e alguns rapazes quando ele ia me buscar. Era tudo completamente inocente, mas ele ficava irado com aquilo. Falava coisas que aos 13 anos eu não era capaz de compreender... coisas sobre rapazes e sexo, sugerindo que eu estava induzindo rapazes e que eu queria...

Ela não pôde continuar, mas parecia que não precisava, porque Joe entendia. Sabia disso, porque ele estava falando claramente:

— Ele disse coisas que a faziam sentir-se envergonhada da curiosidade sexual comum na adolescência e sobre si mesma.

— Sim — concordou ela. — Ele deve ter dito algo para minha mãe, também, porque ela recriminou-me sobre comportamento provocante e o perigo de usar certas roupas. Levou-me às compras e comprou-me saias longas. Eu as detestava, não queria usar... elas me faziam parecer diferente das outras garotas. Mas
Liam alegava que se eu não as usasse era porque queria que os rapazes olhassem para mim. Ele costumava ir ao meu quarto à noite, depois que eu me recolhia. Sentava-se na beira da cama para me questionar. Continuava perguntando repetidas vezes com quem eu falava na escola e se era com alguns rapazes, se eu queria falar com eles. Eu mentia e dizia que não, somente para fazê-lo ir embora, mas um dia Liam ficou olhando-me e soube que eu estava mentindo.

Ela fazia idéia do que revelara sobre sua infância arruinada pelas táticas do obsessivo Liam e da aparente inabilidade de sua própria mãe em reconhecer o que estava acontecendo com a filha?

A própria infância de Joe e de seus irmãos haviam sido terrivelmente afetadas pela falta de amor dos pais, mas o que Demi passara era algo de caráter diferente.

Havia um gosto amargo na boca de Joe, uma raiva masculina por conta dela no seu coração e uma forte determinação em sua cabeça.

Oiiii , e ai sentiram minha falta ?? Podem me matar eu deixo , sei que eu fiquei MUITO tempo sem postar mais tava de castigo ai já viu né , mais vamos falar da fic More Than This ganhou \o/ 




Bom como eu disse , eu vou parar no capitulo 10 , postar as 3 partes da mini fic e depois teremos uma maratona com 4 capitulo sendo 2 deles Hots . 

Whe Belong Together vai ficar pra ser postada na próxima fic do blog , que provavelmente vai ser Married Again 

Agora vamos ao meu MOMENTO SURTANDO - Duas coisas me deixaram MEGA FELIZ essa semana 

1º - A nossa Diva , Linda , Maravilhosa Demi Lovato vai voltar pro Brasil mês que vem *-* ( e eu vou \o/ ) 

2º - O Blog está com 50 seguidores , serio eu não acredito , obrigado gente , muito obrigado mesmo , amo vocês =D 

Infelizmente não vou poder responder os comentários, mais respondo na próxima

6 Comentários pro próximo capitulo 




21 de jul de 2012

Capítulo 7

                                             Dedicado a Iza - @4everUmalovatic 
              
                                                         Demi On
                                                                                                           
Demi  fez uma careta quando sentiu a relutância de seu corpo ao voltar a usar as roupas pesadas e desconfortáveis, que tinham sido lavadas e devolvidas por Maria, depois da liberdade de vestir roupas mais leves por dois dias inteiros.

Os únicos ocupantes do castelo eram o velho príncipe, Joe e os empregados... portanto, seria seguro continuar usando suas roupas novas. Brincando com Daniel na parte sombreada do jardim, sentira-se tão segura que tirara até mesmo seu casaco leve.

As palavras da esposa de Zac lhe deram a certeza de que podia confiar em Joe e, consequentemente, a deixaram confiante.

Vanessa prometera que a levaria para um passeio pelo castelo e pelas circunvizinhanças, para mostrar-lhe alguma coisa da ilha. Tinha dito também o quanto estava encantada porque Josh, seu sobrinho, agora filho adotivo dela e de Zac , teria outra criança para brincar.

— Será adorável ter outra mulher para conversar, com quem tenho tanto em comum — dissera-lhe Vanessa.

Demi  esperava que elas se tornassem amigas. Ter amigas sempre fora muito difícil para ela, mesmo na universidade, pois ainda vivia em casa e sua mãe era ansiosa demais com a possibilidade de "companhias erradas".

Foi somente depois das mortes chocantes e acidentais de sua mãe e de seu padrasto, num acidente de ônibus, enquanto estavam num safári, que Demi  finalmente mudou-se da casa, ajudada por um dos catedráticos da universidade, a fim de obter um emprego na Biblioteca Britânica em Londres. Ela tivera sorte de conseguir alugar um quarto na casa que pertencia a uma viúva... mas que, é claro, não era tão divertido como compartilhar um apartamento com outras jovens.

Foi então que Liam tinha ficado preocupado com ela, lembrando que a mãe de Demi  lhe deixara a casa para que ele se responsabilizasse pelo bem-estar dela. Ele não foi capaz de impedi-la de se mudar para Londres, mas a fez saber que tal decisão o preocupava muito.

Tinha sido um choque para Demi  voltar do trabalho para casa um dia e encontrá-lo sentado na sala de estar da senhoria, bebendo chá com ela, tendo, como lhe contou, explicado à sra. Slater que a mãe de Demi  o fizera prometer que sempre cuidaria dela.

— Demi  tem uma tendência a se envolver com pessoas erradas — Liam comentou. — Rapazes que não são o tipo com os quais uma mãe espera ver a filha unida.

Demi  ficou ruborizada, lembrando da humilhação e da sensação de indefesa, enquanto permanecia sentada ouvindo, incapaz de dizer qualquer coisa.

Dando de ombros, começou a pegar as roupas velhas.

Sua mala havia sido encontrada. Tinha sido colocada num quarto de despejo, sem dúvida, por causa de sua aparência rota, ela desconfiou.

Contudo, tendo recuperado todas as roupas, Demi  descobriu, com muita culpa, que não tinha vontade alguma de usá-las. Elas a faziam recordar-se de Liam . Escolhera-as por causa dele.

Os quentes raios de sol batiam no assoalho envernizado e no tapete antigo. Quando se moveu, o sol cobriu seu braço. Vanessa possuía um adorável tom de pele, bronzeado. Tanto a pele quanto os olhos pareciam brilhar pela boa saúde e de felicidade.

Sua própria pele parecia pálida e doentia em comparação.

Vanessa era, obviamente, feliz e apaixonada, uma felicidade que era quase transparente. Confidenciara a Demi  que ela e Zac  agora estavam esperando o próprio filho.

— Nosso segundo filho — disse Vanessa, revelando sua euforia, enquanto abraçava o sobrinho de modo amoroso.

Quanto a Demi , tudo que mais queria era que Dan crescesse com liberdade, sabendo que era amado. Queria que ele tivesse segurança e fosse uma criança alegre.

Mudando o curso dos pensamentos, ela vestiu-se rapidamente com um outro de seus trajes novos... um belo vestido de verão, com um discreto decote, em tecido de algodão florido que chegava até os joelhos

                                                                       
                                                           

Demi  olhou para o casaquinho que pusera sobre a cama para proteger os braços, e, então, de modo decidido, colocou-o de volta na gaveta.

Daniel já tinha sido apresentado ao avô... o qual, Demi  sentira imediatamente, não estava nem um pouco interessado nela.

Ela também não se incomodara, especialmente quando ele chorou com emoção sobre o bebê, referindo-se a ele como o filho de seu próprio filho bem-amado. Demi  não foi capaz de parar de olhar para Joe quando o velho príncipe falou de sua preferência por Nick, mas, pela expressão melancólica de Joe, era impossível não imaginar o que ele estava pensando ou sentindo.

Ela acabara de chegar ao corredor, com Dan, quando Joe saiu de um dos salões formais de recepção, dizendo :

—Ah... bom, eu estava prestes a perguntar a Maria se sabia onde você estava. Pode me dar alguns minutos?

— Claro. — Demi  sorriu. Sentia-se mais relaxada com ele agora que Vanessa lhe assegurara que podia confiar em Joe, mas não relaxada o suficiente para não tremer quando ele pegou-lhe o cotovelo a fim de levá-la ao terraço.

Era a primeira vez que Demi  reagia com intensidade denunciadora a seu toque e proximidade, e podia senti-lo olhando para ela... embora, parra seu alívio, Joe não dissesse nada.
Estava formalmente vestido, num impecável terno de tecido leve e uma camisa também perfeita. Roupas que, de algum modo, enfatizavam sua masculinidade, fazendo os músculos do estômago de Demi  contraírem-se em sua consciência feminina. Precisava fugir daquelas sensações estranhas. Aquilo significava apenas que sabia que Joe era um homem muito másculo e sexualmente poderoso. Tinha de reconhecer aquele fato, afinal de contas.

Quando eles se sentaram, uma das empregadas levou-lhes café, e Dan estava distraído, tentando enrolar-se no cobertor.

— Uma vez que o castelo é agora sua casa e de Daniel — começou Joe —, precisamos discutir sobre uma acomodação mais confortável e adequada do que os dois quartos que você está ocupando no momento.

— Nossos quartos são excelentes — assegurou-lhe Demi , mas Joe meneou a cabeça.

— Não. Tenho meu próprio apartamento no castelo, meu pai tem os aposentos dele, e é importante que você também tenha algum lugar que seja só seu... onde possa fazer um lar apropriado para ambos. Além disso, algum dia irá querer entreter amigos aqui em privacidade. É muito jovem, e é natural que um dia encontre um homem...

Demi  estava tão agitada que teria se levantado e fugido se não fosse pelo fato que não podia deixar Daniel.

— Não quero conhecer homem algum. Jamais...

— O que meu meio-irmão fez é imperdoável, mas você não pode deixar o comportamento dele privá-la do direito de aproveitar sua feminilidade. Se deixar, estará lhe dando uma vitória. E, além do mais, precisa pensar em Dan . Não quero fazer preleções, mas vi os efeitos que o fato de nossa mãe tornar-se vítima do marido causaram no desenvolvimento emocional dos filhos. Pretendo proporcionar a Daniel uma boa influência masculina, mas isso não pode substituir o que ele aprenderia vivendo com duas pessoas que se amam.

Os comentários sobre os deveres dela em relação a Dan a atingiram muito fortemente. Afinal de contas, sabia tudo sobre os estragos emocionais que podiam ser causados na infância.
Demi  recostou-se, cruzando as mãos sobre o colo a fim de que ele não visse o tremor nelas. Não podia olhá-lo, pois sabia que se fizesse isso não seria capaz de falar honestamente o que se sentia compelida a dizer.

— Eu... Não é somente pelo que Nicholas fez a mim que não quero conhecer ninguém.

Joe examinou a cabeça curvada de Demi . Não havia absolutamente nenhum engano na intensidade de sua reação.

De repente, conscientizou-se que tinha ido em direção a um campo minado e precisava caminhar com extremo cuidado.

Mentalmente, reviu tudo que sabia sobre ela, então, disse, da maneira mais casual possível:

— Parece-me que alguém provocou esse desgosto por homens. Talvez você não tenha gostado quando sua mãe se casou novamente... o que não é uma reação incomum. Você tinha 12 anos na ocasião, como me recordo. Uma idade difícil para todos nós. Se seu padrasto não foi bondoso e compreensível...

— Não. — Demi  sacudiu a cabeça ferozmente. — Não. Não foi essa a causa. De fato, tanto meu padrasto como Liam eram... eram ambos bondosos. Liam especialmente.

Liam. Liam, o meio-irmão de Demi . O homem que Joe não gostara quando conhecera, e que insistira tanto que Joe o informasse se conseguisse localizar Demi . Instintivamente, com plena certeza, Joe soube quem a prejudicara.

— É por causa de seu meio-irmão, não é?

— Não! — Agora Joe podia perceber o medo na voz de Demi , assim como a agitação exagerada, enquanto reforçava a negação veementemente: — Não! — Aquilo fez com que sua xícara de café caísse, ensopando a saia de seu vestido.

Joe reagiu imediatamente, perguntando:

— Você está bem? O café a queimou?

Demi  podia ver Joe indo na sua direção. Mais um minuto e ele a estaria tocando, e ela não podia suportar aquilo, agora.




    Oi Lindas , tudo bem , sinto muito , muito mesmo pela demora pra postar , juro não foi por querer , a minha igreja ta tendo projetos e com os meus pais separados , meu pai não vem mais para São Paulo me ver , eu que tenho que ir por Rio ver ele.
   O Post ta pequeno , mais como eu disse antes tenho que diminuir o tamanho se não a fic acaba muito rápido 
   Então não vou enrolar muito aqui por que tenho que dormir cedo , meu avião sai as 05:15 , eu mereço ¬¬ 
  Só vou responder os coments assim hoje por que estou sem tempo 

5 Comentários para o próximo 

Até Sexta 
xoxo :*


Resposta dos comentários : 


Cap 6 --- Aqui   
Aviso + Enquete --- Aqui 
                 
PS : Mudei a fonte do blog por que troquei de óculos e essa fonte com letra floral acaba com a minha visão , se alguém não gostar dessa me avise *-* 

17 de jul de 2012

Aviso + Enquete


                                                                     Diva *-*



Oi minhas princesas , como vocês estão ?? , alguém sentiu a minha falta ?? , sei que não mais é legal perguntar kkk
Já temos o número de comentários que eu pedi e também já tenho o capitulo pronto , mais só vou postar mais tarde agora eu tenho um favor pra pedir pra vocês 


Lembra quando eu disse que ia postar uma mini fic no meio da fic , então , a pessoa aqui se empolgou e acabei fazendo duas , me apaixonei pelas duas mais nessa fic só vou postar uma , a outra pode ficar pra próxima fic 


Resolvi então deixar vocês escolherem , aqui embaixo eu vou postar as sinopses das duas e aqui do lado vocês vão votar na favorita de vocês 



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- Eu te amo , sempre quis te dizer isso desde o primeiro momento em que eu te vi e ... - Senti o seu perfume e me aproximei juntando nossos 
lábios rapidamente 

O Som de passos entrando no quarto e parando ao meu lado me despertaram 

- Você ouviu ? 

- Infelizmente - Vi ela se afastar e sabia que eu tinha perdido minha segunda chance 

                                                                           =/=

- Você precisa ser forte por você e por esse bebê que você esta carregando 

- Ta , agora pare de enrolar e me diga logo onde ele esta 
                 
                                                                           =/=           

15 de Agosto de 2011 , Aquela foto era a última lembrança que eu tinha dele , nosso ultimo momento antes de ... 

- Mãe , o papai já chegou - Jennifer  , entrou correndo no meu quarto e eu rapidamente escondi a foto dela 

- Diga a ele que eu já estou descendo  - Esperei ela sair e deixei que uma ultima lagrima caísse sobre aquele quadro  , o coloquei sobre a minha cama me virei para a televisão indo em sua direção para desliga - la quando ouvi : 

- O Diretor da principal transportadora da cidade de New York viaja hoje para Los Angeles afim de acertar os últimos detalhes para o seu casamento com sua noiva e mãe de seu filho , Miley Cyrus 

Aproximei a foto antiga que eu tinha dele da TV , e mesmo estando  muito diferente , era impossível negar que era ele 

Não , isso é loucura , eu só podia estar ficando louca , o Joe da minha foto tinha morrido a 8 anos 
                                                                             =/=

Quando ele abrir seus braços e te segurar perto dele hoje a noite
Isso apenas não parece certo
Porque eu posso amar você mais do que isso, yeah...
Quando ele te deita,
Eu só poderia morrer por dentro,
Isso apenas não parece certo
Porque eu posso amar você mais do que isso


                                         --------------------------------------------------------------
                             






Meu aniversario , enfim 18 anos , se eu imaginasse o que ia acontecer naquele dia , ia preferir não ter acordado 
                                                                     =/=

Casar ??? , pra ter direito a algo que é meu , minha mãe só podia estar ficando louca quando fez esse testamento 

- Mais Kevin , tem que haver algum erro nisso , minha mãe não me condenaria dessa forma e ... 

- Sinto muito querida , mais não há erros , esta escrito aqui e esta assinado por ela 

                                                                     =/= 

Ouvi a buzina do lado de fora e sai , uma nova fase da minha vida começaria ali 

Entrei no carro e cumprimentei Miley , Nick e a  Sel  que estava sentada no banco da frente ao lado de um moreno bonito que eu não conhecia 

                                                                    =/=  
- Serio Nick , mesmo ? 

- Claro , faço qualquer coisa pra ver a minha pequena feliz 

- Oh meu deus , Nick você é incrível- pulei em seu colo , coloquei meu braços em volta do seu pescoço e dei um beijo na bochecha dele 

Quanto ele me colocou no chão , tive uma leve impressão de que a Miley me olhava estranho , seria Ciumes ? 

                                                                    =/= 

- Eu estive no mesmo carro que ele , estava no mesmo voo que ele e estamos aqui nessa sala há 30 minutos e ainda não sei o nome do moreno lindo que esta sentado ao lado da Selena - estava conversando com a Miley quando ele se levantou e veio em minha direção 

- Acho que ainda não fomos apresentados , meu nome é Joseph Jonas , sou o irmão mais velho do Nicholas e da Selena 
                                                               
                                                                   =/= 

Quando você partiu, perdi uma parte de mim
É tão difícil de acreditar?
Volte, baby, por favor, porque
Nós pertencemos um ao outro
Em quem vou me apoiar quando as coisas estiverem mal?
Quem vai conversar comigo pelo telefone até o sol nascer?
Quem vai ficar no seu lugar?
Não tem ninguém melhor
Nós pertencemos um ao outro
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E ai , o que acharam , então acho que deu pra ver que as duas são inspiradas em musicas né 
A primeira é uma faixa do cd Up All Night  da banca One Direction e tanto a musica quanto a fic se chamam  More Than This
A Segunda se chama We Belong Together e como eu já disse aqui antes é uma musica da cantora Mariah Carey.

Não esqueçam de votar na favorita de vocês e também comentem aqui o que acharam ok , até mais tarde

xoxo *-* 




3 de jul de 2012

Capítulo 6





                                                               Demi On


O calor da noite siciliana envolveu-os como um cobertor quando eles desceram do avião e tomaram o carro que os esperava. Demi, nas suas roupas pesadas, estava molhada de suor.

— Zac . — Joe cumprimentou o irmão que os aguardava com óbvia afeição, e os dois trocaram fortes abraços antes que Joe conseguisse segurar-lhe o braço para apresentá-la ao homem alto e bonito ao lado de uma Mercedes.

Demi esperava que ele apertasse sua mão, mas, em vez disso, Zac a abraçou... um abraço que estranhamente não tinha o mesmo efeito sobre ela que o abraço de Joe.

Ele, então, admirou Dan, tirando-o do carrinho de bebê com tanta habilidade que todos os medos maternais de Demi foram imediatamente aniquilados. Fez seu filho sorrir quando o segurou alto no ar, mostrando possuir familiaridade com crianças.

— Ele é um verdadeiro Jonas  — ela ouviu Joe dizendo orgulhosamente, como se Daniel  fosse dele, enquanto o irmão riu e provocou-o.

— Posso ver que ele tem seus olhos, irmão.

De algum modo, foi Joe que cuidou de Dan quando eles entraram no carro, colocando-o na cadeirinha de bebê enquanto conversava com o irmão.

A estrada para o castelo era escura, em contraste com o próprio castello, que flamejava com as luzes.
— Minha esposa está muito ansiosa em conhecê-la e dar-lhe as boas-vindas — disse Zac a Demi antes de saírem do carro. — Ela queria vir comigo esta noite, mas Joe proibiu, porque pensou que você estaria muito cansada. Virá amanhã para vê-la, e trará também nosso garotinho.


Então, ele beijou Dan na testa e deu-lhe um abraço forte, antes de entregá-lo a Joe, que o afivelou no carrinho enquanto dois homens removiam a bagagem do porta-malas da Mercedes.

Demi conheceu o castelo, a governanta e duas jovens empregadas.

Soubera, durante a viagem do avião ao castelo, que Zac e sua esposa viviam em um palacete a alguns quilômetros dali, e que Zac era um incorporador de propriedades que viajava muito, a trabalho, e o irmão do meio, de Joe, possuía uma empresa aérea. Ele, aparentemente, tinha seu próprio apartamento no castello, mas passava a maior parte do tempo em Florença, sede de seus negócios. O que mais a surpreendera, era saber que Joe também tinha interesses comerciais independente de suas responsabilidades como herdeiro. Ele era arquiteto, e possuía uma casa em Florença, assim como sua própria ala residencial no castello.

— Então, você não vive aqui o tempo todo? — perguntou Demi agora que eles haviam entrado.

— Normalmente, não, mas não precisa temer, pois não abandonarei você e Daniel .

— Eu não estava pensando nisso — mentiu Demi.

— Maria preparou quartos para vocês dois — disse Joe, ignorando a mentira dela. — Ela lhe mostrará agora.

Era tarde, e Demi estava cansada... tão cansada que quando viu a cama imensa e confortável no quarto para o qual Maria a levou, tudo que queria era deitar-se.

Era mãe, portanto, tinha responsabilidades, embora um breve olhar fosse o suficiente para ela se assegurar que o quarto anexo ao seu havia sido transformado num berçário, esplendidamente equipado com tudo que Dan  pudesse precisar... inclusive utensílios para fazer e esquentar mamadeiras.

A esposa do signore... escolheu tudo — disse Maria num inglês precário.

— Signore? —Demi questionou, incerta, enquanto tentava não olhar muito avidamente para a cama que a esperava.

— Si. A signore do irmão do signor Joe. Ela virá amanhã para vê-la.

Maria devia estar referindo-se à esposa de Zac, Demi imaginou.


Ela acordou e notou que alguém devia ter entrado no quarto mais cedo e deixado uma bandeja com o café da manhã, com café, frutas e pães frescos.

Também tinham puxado as cortinas para permitir a entrada dos raios de sol no quarto.

Demi saiu da cama, colocando um roupão felpudo que encontrara no banheiro na noite anterior, e foi, primeiro, ver Dan, deitado feliz no seu berço, observando o móbile pendurado acima de sua cabeça.

Ela, então, se serviu de uma xícara de café, bebendo-a com um olho na porta aberta para o berçário e outro nas elegantes portas francesas de seu quarto, que se abriam para uma grande varanda, com uma mesa e duas cadeiras, protegidas por grades altas, para segurança de Daniel .

Já estava quente. O céu claro tinha diversos matizes de azul e a percepção de que podia ver o mar além dos muros do castello deixaram-na deslumbrada. Diretamente debaixo da varanda havia jardins circundados por muros antigos, cobertos por trepadeiras.

À distância, além do jardim murado, os picos das montanhas pareciam tocar no céu, os verdejantes sopés pareciam plantados com oliveiras.

Demi podia ouvir Dan gorgolejando. Terminando seu café, começou a rir. Seria maravilhoso ser livre para estar com o filho e deliciar-se com seu desenvolvimento.

Gostava muito da creche, mas invejava as mulheres que tomavam conta de seu bebê. Esperava que ele não sentisse muita falta de seus pequenos companheiros.

Uma hora depois, com Daniel banhado e de fralda limpa, alimentado, vestido e seguro no seu chiqueirinho, Demi foi vestir-se.

Sua confusão de não poder encontrar as roupas que usara na noite anterior transformou-se em desconfiança de que tinham sido levadas embora, então, com uma raiva intensa, que a fez sacudir-se da cabeça aos pés, descobriu que não estavam faltando apenas as roupas da noite anterior, mas também a mala que continha o restante de suas coisas.

Suas roupas haviam desaparecido! Levadas, sem dúvida, por ordem de Joe, de modo que ela fosse forçada a usar as que ele comprara... roupas que ele achava mais adequadas e que, surpresa!, não tinham desaparecido.

Sua escolha não seria questionada por ninguém, pensou Demi. Não seria manipulada e controlada. Mas não tinha outra opção senão usar um dos novos trajes, ou permanecer em seu quarto, uma vez que, certamente, não podia descer a escada usando um roupão de banho.

Não suportaria olhar para si mesma. Então, decidiu que não faria isso, enquanto puxava o zíper da calça de algodão, modelo Capri, e calçava sapatos baixos. Pelo menos conseguira encontrar uma blusa de mangas compridas para pôr sobre o da camiseta de alcinhas que fora forçada a vestir. Contra sua vontade, observou sua pele pálida, que a fazia se sentir quase nua.




Pegando Daniel , caminhou para a porta do quarto.

Não admitiria ser controlada daquele jeito... E no minuto que encontrasse Joe, iria dizer-lhe isso.

O castelo parecia ser um aglomerado de longos corredores, e na noite anterior Demi estivera muito cansada para prestar atenção quando Maria a levara para o quarto. Quando ainda não tinha alcançado a escadaria, depois de atravessar o que pareceu ser quilômetros de corredores, começou a entrar em pânico... até que dobrou em um canto e descobriu que finalmente chegara a um grande hall, onde uma escadaria levava ao imponente saguão.

Estava prestes a descer quando uma porta próxima se abriu e Joe apareceu.

— Quero minhas próprias roupas de volta — disse-lhe Demi, zangada, antes que ele pudesse falar. — Suponho que você pensou que estava sendo muito esperto, mandando alguém levá-las embora, sabendo que eu seria forçada a usar o que você comprou para mim. Mas...

— Suas roupas desapareceram? As que você usava quando chegou?

Demi teve de lutar para conter o desejo de cerrar os dentes.

— Sabe muito bem onde elas estão... assim como minha mala. Foi você que mandou sumir com elas. É, afinal de contas, o herdeiro dos Jonas .
                                             
                                            Joe On e Demi On 


(entre uma narrativa e outra haverão pensamentos dos dois)

Ignorando o sarcasmo dela, Joe estendeu as mãos para Dan.
                                                         
— Você está errada na sua acusação. Não dei nenhuma ordem em relação a suas roupas. Nem daria. Pessoalmente, acho que ficará mais confortável no que está usando, mas o direito de escolha é seu. Contudo, apesar de não saber onde está sua mala, acho que sei o que pode ter acontecido. Venha comigo, por favor.

Joe desceu a escada depois de pegar Dan nos braços. Seu filho parecia muito feliz sendo carregado pelo seu novo parente, que lhe falava na linguagem balbuciada de bebê. Demi o seguiu às pressas para poder acompanhar-lhe os passos.

Do hall, ele a conduziu por diversos salões formais, mobiliados com o que Demi imaginou ser antigüidades de preço inestimável.

Finalmente parou numa sala de aparência mais confortável, onde Maria estava comandando as empregadas.

No minuto que a governanta viu Dan , sorriu para o bebê, então cumprimentou Demi.

— Demi deseja saber onde estão as roupas com as quais chegou ontem à noite — disse Joe para Maria, falando lentamente em inglês.

Maria deu a Demi um largo sorriso.

— Eu as peguei e coloquei-as na máquina de lavar — disse ela despreocupada. — Vocês querem café agora? E alguma coisa para comer?

— Tomaremos café no terraço, obrigado, Maria — respondeu Joe. — Oh, e leve xícaras extras para Zac e a esposa. Eles deverão chegar logo. — Voltando-se para Demi, murmurou: — Você deve culpar minhas cunhadas pela falta de suas roupas. Elas insistem em modernizar o castelo com eletrodomésticos, por isso Maria não pode resistir a usar a nova máquina de lavar roupa, todas as vezes que tem oportunidade. Quanto à sua mala, farei investigações.

Demi sentiu-se mortificada. Era evidente que chegara à conclusão errada. Se não fosse cuidadosa, ele iria começar a pensar que ela estava paranóica. A despeito da temperatura amena no interior do castello, podia sentir gotas de suor brotando na sua pele.

— Devo desculpar-me — disse ela com firmeza.

Joe meneou a cabeça.

— Não há necessidade. A culpa é minha, uma vez que a fiz sentir-se sob pressão com conselhos não solicitados. — Demi ficou atônita com a reação dele. Joe continuou: —Até que meus irmãos se casaram e desisti do que acreditava ser minha responsabilidade pelo bem-estar emocional deles, que me repreenderam pela minha exagerada preocupação de irmão mais velho. Foi um hábito que adquiri quando nós três éramos vulneráveis aos estados de espírito de nossa madrasta, que se ressentia de nós, e de um pai que não se importava. Se pareço compassivo demais, não é minha intenção. Meus irmãos e eu temos levado e continuamos a levar vidas privilegiadas. Contudo, o fato de ser o irmão mais velho não me dá o direito de interferir em suas vidas, assim como meu senso de responsabilidade exagerado não me dá o direito de criticar suas roupas para o clima siciliano.

— Eu provavelmente reagi de forma exagerada — admitiu Demi.

O sorriso caloroso que ele lhe deu estava fazendo coisas extraordinárias ao coração dela. Ele tinha um lindo sorriso... forte, real e sumamente franco.

Algo muito temerário estava espalhando um calor através de seu baixo-ventre, a presença daquilo deixando-a à beira do pânico.

— Meu pai vai querer ver Daniel , é claro. O problema cardíaco dele é terminal, e ele teve uma recaída enquanto eu estava fora. Ficou muito ansioso ao saber que Daniel poderia tornar-se parte da família. Sabe que vocês estão aqui, mas o médico recomendou que descansasse um pouco mais antes de ver o garotinho.

— Devo avisá-la que meu pai idolatrava Nicholas . Ele não sabe nada sobre as circunstâncias que envolvem a concepção de Daniel. Não ouvirá uma palavra contra o filho favorito, e, em vista da precariedade da saúde dele, acho melhor não tentar forçá-lo a aceitar a realidade de quem meu meio-irmão era. Devo preveni-la também que meu pai não trata seu sexo com o respeito merecido, e é provável que você o ache agressivo. Contudo, as ofensas dele não são pessoais. Se você quiser, levarei Daniel para conhecer o avô.

                                                      Demi On 

Joe estava tentando avisá-la sobre o pai, assim como tentando protegê-la dele, reconheceu Demi, e dessa vez ela gostou disso de sua atitude.

O casal que entrou no hall tinha tanto amor um pelo outro que Demi sentiu uma ponta de inveja. Ela viu os olhares que Zac Jonas trocava com a esposa quando, juntos, empurravam um carrinho com um garotinho sorridente que parecia ter a idade de Daniel.

Imediatamente, as crianças se entreolharam, como se reconhecendo que eram iguais.

— É impressionante, não é, como mesmo os bebezinhos simpatizam um com o outro? Como se comunicam sem que uma única palavra seja dita? — comentou a esposa de Zac, rindo. — Eu sou Vanessa , a propósito. — Ela deixou o carrinho com Zac para aproximar-se e abraçar Joe calorosamente, depois deu um abraço mais breve, porém carinhoso, em Demi, antes de admirar Daniel.

— Bem, você certamente saberia que ele é um Jonas. — Ela riu, acrescentando: — Oh, veja isto, Zac, você estava certo: ele tem os olhos de Joe. Você deve ter ficado surpresa quando Joe entrou em contato pela primeira vez.

As duas mulheres estavam sentadas no terraço, enquanto os bebês brincavam, felizes, sobre os tapetes aos seus pés. Joe e Zac tinham desaparecido para resolver algum assunto familiar, e enquanto estavam ausentes Demi soube diversas coisas através de Vanessa , incluindo o fato que em determinada ocasião a família Jonas acreditara que o sobrinho dela, Josh, podia ser filho de Nicholas.

— É muita coragem sua vir aqui. Sei o quanto vulnerável e sozinha você deve sentir-se depois que Daniel nasceu. Mas pode confiar em Joe. Ele é um homem honrado e forte. Zac finge que não, mas sei que secretamente põe Joe num pedestal, e vendo como ele protegeu e cuidou dos dois irmãos quando eram jovens, é fácil entender por quê. O pai deles não foi bom, nem para os filhos nem para a primeira esposa. Zac diz que é somente o senso de dever de Joe para com o nome Jonas que o fez enfrentar o pai. O que mais admiro nele, todavia, é a maneira como ensinou aos irmãos a valorizar a individualidade. Encorajou-os a serem financeiramente independentes, apesar da riqueza dos Jonas. Todos os três são bem-sucedidos por seus próprios méritos

— Você, obviamente, gosta muito dele. — Demi sorriu.
                                                                    
Ela queria muito mudar de assunto. Ouvir sobre a infância de Joe, imaginá-lo como menino, ouvir sobre sua dor emocional estava lhe trazendo emoções muito fortes.

— Sim, gosto, e quero assegurar que você pode confiar em Joe e que Daniel estará seguro sob sua proteção. — Vanessa brincou com os óculos de sol que havia retirado, e colocou-os sobre a mesa. — Não gosto de ser desleal, mas já disse a Zac como me sinto. Enquanto você pode confiar totalmente em Joe, tenha muito cuidado com o velho príncipe. Não sei se Joe já lhe contou alguma coisa sobre o pai.

— Mencionou que ele idolatrava Nicholas .

— Sim, idolatra. Acho que ele faria qualquer coisa para ter o filho de Nick crescendo onde Nick  cresceu.

Havia um aviso nas palavras da outra mulher, Demi tinha certeza. Mas antes que pudesse questioná-la mais diretamente, Joe e Zac retornaram.




Oi Lindas , e ai gostaram desse ?? , bom como deu pra perceber a Demi e a Vanessa vão se dar super bem , e o Joe vai ficando um pouco mais protetor daqui pra frente
To meio sem tempo agora , mais tenho uma coisinha pra falar e explicar pra vocês 
Tenho uma amiga da escola que lê a fic , mais tem preguiça de comentar ( Né dona Bia) 
Ela me perguntou uma coisa ontem que realmente faz sentido  
Por que eu coloco Demi On se não é ela que esta narrando ? , sou eu .
Bom explicando , eu coloco Demi On (ou qualquer outro nome) , por que no caso não é ela que esta narrando , mais sim ela o foco da narrativa 
Talvez não seja o caso de algum de vocês terem essa duvida , mais bom , ta explicado 
Falando da fic , gostei de vocês terem comentado rápido, tal como a maioria de vocês , eu estou de ferias então quanto mais rápido comentam , mais rápido sai o capitulo , Ok ?? 
Bom fico por aqui , até mais 

RESPOSTA DOS COMENTÁRIOS


Apenas eu *-* : Já to seguindo , Que bom , mais qualquer coisa pode perguntar tá , Ihh Lerdeza , uma qualidade que todo Lovatic tem kkk Postado , Bjinhos  

Cris Lovato : Sim Aninha , falta um pouco , mais sim , em breve kkk 

Juh Lovato : Obrigado , que bom *-* , e mais não é sempre kkk , você vai ver ao longo da fic os diversos temperamentos que esse homem pode ter e adotar kkk , meu tt é @LoversJemi , Postado 

ThaysaYasmiin! : Que bom que você gostou , Seja bem vinda \o/ , Próxima piada por favor kkk , Vai por mim , não desejo me livrar de você  . O.o MEDO kkk , Já responde lá no blog, I Love you too *-* 

Andressa lovato jonas : Claro , Beijos 

Flavinha do Blog  : YESS !! kkk , Quem não quer querida , quem não quer kkk Obrigado *-* Em breve vou postar a sinopse da Mini-Fic , pra ver se vocês gostam , se não vou postar a outra que eu fiz , Postado , Tbm te amo amore *-*

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2 de jul de 2012

Capítulo 5


                                                                     


                              Demi On 

Demi estava preocupada com alguma coisa, pensou Joe, observando o agora familiar escurecimento de seus olhos. Embora, obviamente, não fosse com a aparência. Ele nunca conhecera uma mulher menos preocupada com a aparência. O que fazia uma mulher jovem e potencialmente muito atraente vestir-se daquele jeito?

Os sinais de cintos apertados desapareceram e Joe desafivelou o dele.

O que importava o modo como Demi se vestia? O filho dela era sua preocupação e seu dever. Mas, e quanto a seu dever em relação a Demi, sendo o irmão do homem que a violentara?

Demi não podia mais conter sua ansiedade. Seus dedos tremiam quando desafivelou o cinto de segurança e inclinou-se na direção de Joseph .

— Seus irmãos e esposas... o que... o que eles sabem sobre mim? — perguntou, o corpo tenso.

— Sabem que você é a mãe de Daniel e que ele é um Jonas .

Ela corou, mas ignorou aquilo, pressionando-o com determinação.

— Eles sabem como eu tive Dan? Sabem...

— Que Nicholas a drogou e depois a violentou? — terminou ele por ela.

A voz de Joe era mais áspera do que Demi esperava, marcada por tudo que sentia sobre seu meio-irmão falecido, e sua aversão pelo mal que causara ao nome da família, mas para Demi sua aspereza era uma acusação, e ela encolheu-se.

— Sim, eles sabem — confirmou Joe.

A reação imediata de Demi alertou-o.

— Eles sabem e compartilham meus pontos de vista sobre o assunto — acrescentou ele, com ênfase.

— Por que você contou a eles? — perguntou Demi, sentindo-se apreensiva por estar prestes a conhecer a família siciliana e ser julgada por eles.

— O que está tentando dizer?

— Não é óbvio? Seu irmão negou o ocorrido. Recusou-se a aceitar Ollie como seu. Como vou saber que seus irmãos e as esposas aceitam o que realmente aconteceu? — Quando ele não falou, ela acrescentou, euforicamente: —Acha que quero pessoas sabendo o que houve comigo? Acha que quero Daniel crescendo com pessoas que sabem como ele foi concebido? Foi muito ruim que Kate e Tom soubessem, mesmo antes... — ela fez uma pausa, repentinamente percebendo que estava dizendo mais do que pretendia.
                                                                           
                                                           Joe On

A reação angustiada de Demi trouxe à superfície coisas que Joe já havia considerado... como lidar com aquilo. Já passara por situação igual quando fora encontrar a vítima de Nick e seu filho.

Já discutira com seus irmãos a preocupação em Daniel ser filho de Nick, e no que poderia se tornar quando crescesse.

— A última coisa que queremos é outro Nick — dissera Kevin abruptamente —, e se deixarmos a criação por conta de nosso pai, é exatamente o que o menino se tornará.

— Não permitirei que isso aconteça — assegurara Joe. — Eu reconhecerei a paternidade da criança.

Ambos os irmãos o olharam de tal maneira que ele se sentiu obrigado a continuar:

— Sei o que estão pensando. Minha paternidade por vocês dois continha mais intenção do que habilidade.

— Engana-se, Joe — respondeu Zac . — O que estamos pensando é que não há ninguém melhor para fazer o papel de pai dessa criança do que você. Somos ambos eternamente gratos por tudo que fez por nós.

Tinha sido um momento emocional e que ainda os comovia. Ele era muito jovem quando a mãe deles morrera e o pai se casara novamente... jovem demais para assumir a responsabilidade de proteger os irmãos mais novos.

— Admita isso, Joe — provocou Zac , numa tentativa de diminuir a tensão —, você quer ter esse menino sob suas asas porque sente falta de nós dois embaixo delas. Deveria encontrar uma mulher para amar, irmão... casar-se com ela e ter seus próprios filhos.

Seus próprios filhos!

Joe tinha visto sua mãe definhar, então, voltar às costas para a vida sob o fardo de ser a mulher do chefe da família. E depois vira a segunda esposa do pai florescer avidamente naquela posição, deleitando-se com a riqueza e o poder de seu status. Invejava seus irmãos e seus casamentos, e o amor que eles, obviamente, compartilhavam com as esposas, mas a situação deles era diferente! Os desejos pessoais de Joe vinham sempre em segundo lugar, após o dever. Um dia seria o chefe da família, e seu dever era continuar o nome Jonas .

Se cassasse, sua esposa teria de entender e compartilhar seu objetivo, e reconhecer o fato que seu dever sempre seria uma terceira presença no casamento deles.

Joe duvidava que pudesse encontrar uma mulher com quem compartilhar um amor verdadeiro e que, ao mesmo tempo, entendesse seu papel como herdeiro do príncipe.

Olhou para Demi, que agora era parte de suas responsabilidades.

— Você fala como se sentisse vergonha — disse ele. — Mas era Nick que deveria ter vergonha. Cabe a nós, como família, nos envergonharmos da atitude dele, não de você. Eu, como o mais velho, devo impedir que a vergonha de Nick contamine você ou Dan. Tem minha palavra que meus irmãos sentem exatamente o que sinto.

                                                         Demi On

Era impossível não acreditar nele, mas Joe tinha falado somente dos irmãos, Demi reconheceu. E as esposas deles? Questionariam a veracidade das versões do que ocorrera?

O comissário de bordo apareceu para perguntar o que ela gostaria de beber.

— Apenas água, por favor.

Havia algo mais que Joe sabia que precisava falar... uma vez que Demi levantara a questão.

— Se Dan aprender a sentir vergonha, então é de você que ele aprenderá, se usar palavras com descuido... como parece usar suas roupas.

Os olhos de Demi fuzilaram Joe, com raiva.

— Não há nada errado com minhas roupas.

— Ao contrário, há muita coisa errada com elas, para uma mulher da sua idade.

Demi ficou na defensiva, novamente irada.

— Bem, gosto delas. Sou eu quem tem de usá-las.

A voz de Demi estava tornando-se tão alterada quanto suas emoções.

— É impossível. Nenhuma mulher da sua idade pode gostar de trajes tão feios. E lembro-lhe que sou eu quem tem de olhar para eles.

Demi estava com raiva, muita raiva e... embora relutante em admitir... magoada, também.

— Apenas porque o tipo de mulheres que lhe agrada, apenas porque suas namoradas vestem roupas de última moda isso não significa...

 Não tenho namorada — Joe a interrompeu, em voz baixa.

Ele não tinha namorada! Por que ela, de repente, sentiu-se estranhamente alegre, quase encantada? Não porque Joe não tinha namorada, claro.

— O calor de verão na Itália é tão forte que será impossível vestir-se como está vestida agora e sentir-se confortável. As jovens sicilianas andam de pernas nuas no verão e usam tops sem mangas.

— Elas podem fazer o que bem entenderem, mas prefiro usar roupas que não sejam ousadas e não chamem atenção.

— Usar roupas tão inapropriadas atrairá a atenção dos outros. Então, talvez secretamente, por mais que negue, é isso que você quer?

— Não! Em absoluto. A última coisa que quero é que os homens olhem para mim.
Demi levantou-se enquanto falava, tão agitada e preocupada que tudo que podia fazer era procurar ansiosamente fugir.
                                                          Joe On

Joe não tivera a intenção de provocar aquela reação extremada.

E não mencionara nada sobre seu próprio olhar de desejo para ela. Mas Demi estava tremendo, da cabeça aos pés, olhos imensos no rosto delicadamente delineado... imensos e assombrados com algo que parecia medo.

— Não tive a intenção de dizer que você está deliberadamente chamando a atenção masculina — ele tentou assegurá-la, mas Demi sacudiu a cabeça.

— Sim, você teve. Suponho que secretamente pensa que encorajei Nicholas... que mereço o que aconteceu comigo.

As palavras explodiam de Demi agora, como veneno de um ferimento profundo. O som de sua dor encheu-o de compaixão, despertando seu enraizado senso de responsabilidade em relação ao vulnerável, cultivado durante os anos de sua juventude, quando tentara proteger os irmãos mais novos das conseqüências da falta de amor do pai.

Joe também se levantou.

 Não penso assim. Sei que você é totalmente inocente.

Tinha a atenção de Demi agora. Os lábios dela entreabriram-se e o sofrimento desapareceu de seu olhar.                                                              
                                                                                 
                                               Demi e Joe On

(entre uma narração e outra terão pensamentos dos dois ok ? )

—Você... —Demi ofegou quando o avião de repente enfrentou uma turbulência, tirando-lhe o equilíbrio.
Joe segurou-a quando ela tombou e caiu contra seu corpo, o rosto delicado pressionado contra o imaculado algodão de sua camisa, enquanto ele a envolvia com os braços. Demi podia sentir as fortes batidas do coração de Joe. Sua própria pulsação estava disparada, carregada de uma mistura de pânico e choque. 

Sentiu a cabeça latejar, reconheceu, tonta e aturdida. Devia ter alguma coisa a ver com a atmosfera da cabine, falta de oxigênio ou algo assim...

Talvez alguma coisa como a proximidade de certo homem? Ele estava usando a mesma colônia que usara antes, seu perfume levemente mais forte dessa vez, porque estavam muito mais próximos.

Demi sentia algo percorrer seu baixo-ventre. Vergonha, é claro, tinha de ser. Não tinha permissão de sentir nada além de vergonha nos braços de um homem. Sabia disso. Seu corpo tremia e os braços que a seguravam apertaram-se à sua volta.

— Está tudo bem, fique calma. É apenas um pouco de turbulência — murmurou Joe contra seu ouvido e sentiu que ela tremia.

Era natural que ela fosse cautelosa com os homens, considerando o que tinha acontecido, reconheceu Joe. 

Demi precisava de sua proteção. Necessitava sentir-se segura para poder apreciar a feminilidade e a beleza que possuía. E ele lhe daria essa segurança, tanto quanto daria a Dan um lar seguro, assim como tentara proteger os irmãos. Proteger os outros fazia parte de seu caráter e de seu destino.
                                                                     
Como seria saber que quando os braços de um homem a envolviam daquele jeito ela estava segura e podia confiar nele?

Como deveria ser deitar a cabeça contra o peito de um homem e saber que sua vulnerabilidade seria respeitada e sua necessidade respondida?

Apenas por um segundo Demi permitiu que aquelas perguntas penetrassem em seus pensamentos... deixou suas próprias respostas inundarem seu coração.

Uma tempestade de emoções a preencheu, fazendo com que se sentisse muito fraca para mexer-se. Uma vontade de virar a cabeça e inalar o aroma da pele de Joe, sentir as batidas descompassadas de seu próprio coração, que não tinham nada a ver com medo naquele momento, a dor pungente que parecia ter-se infiltrado em todas as partes de seu corpo, bem no íntimo de seu ser.

Todas aquelas coisas eram novas para ela, e de alguma forma, ao mesmo tempo, conhecidas.

O avião havia se nivelado e estava voando suavemente outra vez.

Daniel acordou e chorou baixinho.

De volta à realidade, Demi tentou livrar-se do abraço de Joe. Estava tremendo violentamente, com o medo de sua própria reação a ele escurecendo-lhe os olhos.

Vendo aquele medo e contundindo sua causa, Joe perguntou, incrédulo:

— Você está com medo de mim?

Demi não podia falar. Culpa e medo a dominaram.
                                                                     
— Isto é o que Nicholas  fez com você, não é? Deixou-a com medo de todos os homens. — Demi não podia encará-lo. — Você não precisa ter medo de mim — disse Joe gentilmente quando a libertou. — Dou-lhe minha palavra que na Sicília, na terra dos Jonas , você sempre será tratada com respeito.

Ela deveria acreditar e confiar nele? Queria muito.

Assim como quisera que ele continuasse a abraçá-la? Culpa tomou conta de Demi. Não! Isso não era verdade. Não quisera aquilo. Não havia perigo de envergonhar-se por um comportamento provocativo.

Demi entrou em pânico e suas mãos tremiam quando ela estendeu-as para Daniel.

                                                    Joe On


Silenciosamente, Joe a observou. Ela estivera tão vulnerável nos seus braços!

Nick a havia prejudicado terrivelmente. Como um passarinho com a asa quebrada, Demi precisava de proteção até que estivesse completamente recuperada e fosse capaz de voar de novo.

Originalmente, ele acreditara que seu único dever era para com o filho dela, mas estivera errado, percebia agora. Demi precisava tanto de seus cuidados quanto o filho. Agora que estava consciente disso não poderia ignorar o fato.

Joe tinha o dever de cuidar dela, e ele o faria. Custasse o que custasse.





Oi Cupcakes , Então quem em segue no twitter sabe que eu fiquei de postar ontem , mais meu braço estava doendo muito , por que uma certa pessoa resolveu fazer ele  de saco de pancada (Valeu irmãozinho ;) 
E ai o que acharam do Capitulo ?? , comentem e me contem *-* 
Já terminei a Mini-Fic que eu vou postar
O nome dela é We Belong Together , e é baseada no video clipe da musica desse mesmo nome da cantora Mariah Carey .
Foi dividida em 4 partes , sendo uma o Epilogo , e pra quem não curte sinto muito mais no   começo ela é meio Nemi 

Pretendo Postar ela lá pro meio dessa fic , o que deve acontecer lá por capitulo 10 ou 11 , época onde por mera coincidência( imagina ;* ) é onde as partes Hots começam , ou seja , pausa na Fic , Mini Fic e depois Maratona de Hots 

Bom  acho que é isso 

5 Comentários para o próximo Cap 


RESPOSTA DOS COMENTÁRIOS


Apenas eu *-* : Confusa com o que meu amor , me fala que eu tento te explicar , esse é o objetivo kkk , postado e me passa seu twitter *-* 


Gabii Oliveira! : Postado e Obrigado , essas leitoras de sala , não vê a aula pra ficar lendo fan fiction , eu sou igualzinha kkk


Juh Lovato  : Obrigado *-* , Talvez não demore muito kkk , Postado , Por nada , quando precisar estamos aqui =D


Flavinha do Blog : Minha rainha dos Hots e confidente , só você e a Lala pra me aguentar com essas minha ideias pra fics malucas kkk  , Ela tbm espera isso kkk , Internet da Flavia colabore com ela , preciso da fic diva dela e dos comentários dela aqui *-* , Bjinhos 

Mirela Camberttini  : Ok , Beijos 

clarinha : Obrigado , Postado